“Barretos Bão”, nova música do Us Agroboy (em parceria com o locutor de rodeios Cuiabano Lima), já está disponível nos tocadores. A faixa, que chega acompanhada de clipe gravado em Barretos, no interior de São Paulo, foi criada especialmente para celebrar a estreia da dupla, no dia 22 de agosto, no Palco Amanhecer da Festa do Peão de Barretos, o maior rodeio da América Latina.
“A gente estava muito ansioso para esse lançamento. Fizemos essa música com o coração e queremos ver ela tocando nos rodeios, nos paredões, nos carros de som, em todo lugar onde a galera vibra com o agro e com o rodeio. ‘Barretos Bão’ é pra isso mesmo: pra embalar quem ama essa cultura”, conta Gabriel Vittor.
Em termos sonoros, “Barretos Bão” traduz o clima vibrante das arenas e promete ser um dos grandes hits da edição deste ano da festa. Para Jota, vocalista da dupla, o lançamento tem um significado pessoal. “Comecei a narrar rodeios aos quatro anos e foi nessa época que conheci o Cuiabano. Já dividimos muitas narrações juntos, e ele faz parte da minha história. Narrei diversas montarias em Barretos e sempre sonhei em voltar lá, agora ao lado do meu parceiro Indião e de toda a equipe do Us Agroboy. Estamos lançando essa música como forma de celebrar o amor que temos por Barretos, pela música e pelo rodeio. A roça venceu!”, descreve Jota Lennon.
Gravado na cidade que é símbolo do rodeio brasileiro, o videoclipe reforça a atmosfera de celebração, pertencimento e paixão que envolve Barretos e tudo o que ela representa para os artistas. “Barretos Bão” reafirma que Barretos é muito mais do que uma festa. É a concretização de sonhos para artistas, fãs e todos que vivem a magia do rodeio.
Com mais de 1.8 bilhão de visualizações em seu canal do YouTube e 3,4 milhões de ouvintes mensais, a cantora Manu Bahtidão apresenta uma novidade em sua discografia. A cantora lança na noite desta quinta-feira (24) a faixa “Chuva de Choro”, versão em português da música “More To Lose”, de Miley Cyrus. A versão em português para a composição assinada por Cyrus, Michael Pollack e Autumm Rowe é de Manu Bahtidão, juntamente com Thallyson, Ricardus, Netinho e Luanzzin.
Mesmo antes do lançamento oficial, a nova canção tem movimentado as redes sociais. Uma prévia divulgada por Manu no TikTok viralizou e gerou mais de sete mil criações em apenas dez dias, evidenciando o forte apelo orgânico da música e a conexão direta da artista com o público que acompanha seu trabalho — marcado por hits como “Daqui Pra Frente” (gravado com Simone Mendes), “Torre Eiffel”, “Abismo” e ‘Vinho Branco”.
“Chuva de Choro” narra a dor de um amor interrompido com versos como: “Você pertence a mim / Esse é o meu lugar / Quem falou que eu vou deixar ? / Vai ter chuva de choro e não de arroz / Não vai ter casamento se não for nós dois”. “Estou muito feliz com esse lançamento! ‘Chuva de Choro’ é uma música que tem uma carga emocional muito grande, e eu me entreguei de coração nela. É sobre dor, saudade e o que a gente perde quando o amor não dá certo. A reação de vocês com a prévia foi surreal, e isso me deixa ainda mais animada pra ver o que vocês vão sentir quando ouvirem a música toda. Espero que essa canção toque tanto vocês quanto me tocou”, afirma a artista alagoana.
O baiano Luiz Caldas, referência da música baiana, completa 55 anos de carreira em 2025, ano em que o país celebra quatro décadas do movimento axé music — iniciado com o lançamento oficial de seu álbum “Magia” (1985). Considerado um marco na música brasileira, o disco foi pioneiro ao unir ritmos afro-brasileiros, pop, reggae e frevo, dando origem a um movimento que transformou o cenário musical do país.
O artista aproveitou a data festiva para disponibilizar o produto no formato digital, através de parceria com a ONErpm. Gravado em um período de efervescência cultural na Bahia, “Magia” projetou Luiz Caldas nacionalmente e emplacou nas rádios vários sucessos, como a faixa-título e “Fricote”.
Até então disponível apenas em formato físico, o disco finalmente poderá ser acessado pelo público de forma digital, preservando e resgatando importância histórica de Luiz Caldas. “‘Magia’ foi um álbum emblemático para a minha carreira e para todos os artistas que desde então ingressaram no movimento Axé”, afirma o artista.
Reconhecido como o “Pai da Axé Music”, Luiz Caldas iniciou sua trajetória musical ainda na infância e, nos anos 1980, inovou os trios elétricos e circuitos de carnaval como guitarrista e diretor musical do trio elétrico Tapajós. Seu trabalho influenciou gerações e moldou o gênero que dominou o Brasil.